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<title><![CDATA[:: BLOG PRESS ::]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/]]></link>
<description><![CDATA[O blog do B2B]]></description>
<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 10:48:53 GMT</lastBuildDate>
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<title><![CDATA[Alta do mercado de máquinas no Brasil atrai olhares estrangeiros]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=916]]></link>
<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 10:45:15 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=916]]></guid>
<description><![CDATA[<p>A acelera&ccedil;&atilde;o da economia brasileira atinge mercados que n&atilde;o costumam ser tradicionais no pa&iacute;s. &Eacute; o caso dos equipamentos de movimenta&ccedil;&atilde;o, como empilhadeiras, que tiveram crescimento surpreendente, chamando a aten&ccedil;&atilde;o de empresas internacionais. O Brasil, no entanto, ainda tem muito o que avan&ccedil;ar para acompanhar as tend&ecirc;ncias mundiais de sustentabilidade.<br />
<br />
O mercado nacional de materiais de manuseio teve um crescimento de 172% de 2009 para 2010, chegando a mais de 20 mil produtos vendidos. Em rela&ccedil;&atilde;o ao consumo de empilhadeiras, o Brasil est&aacute; entre os 10 maiores em volume. Apesar do <em>boom</em>, a import&acirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o ao resto do mundo ainda &eacute; pequena. Em 2011 foram vendidas 20.797 m&aacute;quinas, o que significa 2% do total mundial. O pa&iacute;s l&iacute;der, China, vendeu 224.018 no ano.<br />
<br />
&ldquo;O mercado do Brasil est&aacute; tomando f&ocirc;lego atualmente, vamos acelerar nossos neg&oacute;cios no Pa&iacute;s nos pr&oacute;ximos anos. N&atilde;o podemos esquecer que haver&aacute; as Olimp&iacute;adas, que tamb&eacute;m devem aquecer o mercado&rdquo;, diz Helmut Limberg, Vice-Presidente e respons&aacute;vel por Marketing e Vendas da Jungheinrich.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil investe em mais de 12 mil obras até 2016]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=915]]></link>
<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:53:30 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=915]]></guid>
<description><![CDATA[<p>At&eacute; 2016 ser&atilde;o investidos R$ 1,48 trilh&atilde;o em todo o Pa&iacute;s englobando 12.265 obras de infraestrutura consolidadas em 10 setores, dos quais as hidrel&eacute;tricas, rodovias, portos e ferrovias s&atilde;o a grande maioria. Estes resultados foram divulgados pelo vice-presidente da Sobratema, M&aacute;rio Humberto Marques, durante o lan&ccedil;amento da pesquisa &ldquo;Principais Investimentos em Infraestrutura no Brasil at&eacute; 2016&rdquo;.<br />
<br />
Realizada em 2011, a pesquisa aponta um investimento maior do que o divulgado em 2010, que foi de R$ 1,22 trilh&otilde;es. De acordo com M&aacute;rio Humberto, o estudo abrange todas as obras previstas, volume de investimentos e estimativa das obras em cada estado.<br />
<br />
O setor da constru&ccedil;&atilde;o &eacute; fortemente dependente do PIB e a infraestrutrura de decis&otilde;es governamentais. O vice-presidente destaca que apenas 1% do PIB foi investido em infraestrutura, quando o correto seria no m&iacute;nimo 3%. A pesquisa indica ainda que S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro demandam a maior quantidade de investimentos por estado dentro da regi&atilde;o sudeste. J&aacute; Bahia, Cear&aacute; e Pernambuco s&atilde;o os maiores no nordeste.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eventos Empresariais: Estratégias, Diferenciais e Tendências]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=913]]></link>
<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:34:42 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=913]]></guid>
<description><![CDATA[<p>No dia <strong>10 de fevereiro</strong>, Belo Horizonte recebe o curso de <strong>Eventos Empresariais: Estrat&eacute;gias, Diferenciais e Tend&ecirc;ncias</strong>, das 9h &agrave;s 18h.<br />
<br />
Mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
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</item>
<item>
<title><![CDATA[Investimentos em e-mail marketing devem chegar a US$ 2 bilhões em 2014]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=912]]></link>
<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 13:30:31 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=912]]></guid>
<description><![CDATA[<p>Em tempos de investimentos massivos em publicidade nas redes sociais, o e-mail ainda consegue resistir como ferramenta de marketing para produtos e servi&ccedil;os de empresas globais.<br />
<br />
Segundo dados da consultoria Forrester Research, os gastos mundiais com ferramentas de e-mail marketing devem passar de US$ 1,3 bilh&atilde;o, valor registrado em 2010, para cerca de US$ 2 bilh&otilde;es em 2014.<br />
<br />
Os investimentos s&atilde;o menores do que os feitos em publicidade em sites como Facebook, Twitter ou Google+, de US$ 5 bilh&otilde;es, segundo a Deloitte. Mas, como era previsto, o crescimento do e-mail marketing ao longo dos pr&oacute;ximos dois anos mostra que a ferramenta n&atilde;o est&aacute; morrendo com a ascens&atilde;o desses sites.<br />
<br />
Segundo Adrian Drury, da consultoria brit&acirc;nica Ovum, a principal explica&ccedil;&atilde;o para o cont&iacute;nuo uso do e-mail marketing est&aacute; no fato de que a publicidade em redes sociais &eacute; mais utilizada para atrair consumidores para o primeiro contato com a marca, enquanto o e-mail marketing &eacute; usado para manter o relacionamento j&aacute; criado entre empresa e cliente.<br />
<br />
A rentabilidade &eacute; outro ponto a favor do e-mail marketing. N&uacute;meros globais da Direct Marketers Association mostram que para cada d&oacute;lar investido na ferramenta &ndash;cerca de R$ 1,95 &ndash;, h&aacute; um retorno de R$ 86 em novas vendas. No Brasil, o custo de envio de cerca de 100 mil mensagens por m&ecirc;s &eacute; de R$ 700, segundo a empresa paulistana de marketing digital Akna.<br />
<br />
<strong>Internet em alta</strong><br />
<br />
O e-mail marketing &eacute; ainda mais forte em mercados onde a internet e o com&eacute;rcio eletr&ocirc;nico est&atilde;o em fase de amadurecimento. Nesses pa&iacute;ses, ele assume a forma de &quot;porta de entrada&quot; para as lojas virtuais, ao lado de ferramentas de busca.<br />
<br />
No Brasil, em novembro de 2011 o e-mail marketing gerou 9,3% do tr&aacute;fego de todas as lojas virtuais e sites de classificados, segundo dados da Serasa Experian e da Hitwise. Nesse mesmo per&iacute;odo as redes sociais foram respons&aacute;veis por 8,6% do tr&aacute;fego, alta de 18,2%.<br />
<br />
Nos Estados Unidos, onde as vendas virtuais j&aacute; est&atilde;o consolidadas, as redes sociais superaram o e-mail marketing, com 7% de participa&ccedil;&atilde;o no tr&aacute;fego, ante 6,6% do e-mail marketing, segundo as mesmas fontes.<br />
<br />
&quot;O e-mail mant&eacute;m a caracter&iacute;stica de ser o contato privado entre empresa e consumidor. Nem sempre o usu&aacute;rio do Facebook est&aacute; disposto a curtir uma p&aacute;gina de um produto que comprou e mostrar isso para todos os seus amigos&quot;, diz Juliano Marc&iacute;lio, presidente da unidade de servi&ccedil;os de marketing da Experian na Am&eacute;rica Latina.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Planejamento Estratégico, Orçamento Empresarial e Gestão de Custos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=911]]></link>
<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:52:54 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=911]]></guid>
<description><![CDATA[<p>Nos dias <strong>02 e 03 de fevereiro</strong>, S&atilde;o Paulo (SP) recebe o curso de <strong>Planejamento Estrat&eacute;gico, Or&ccedil;amento Empresarial e Gest&atilde;o de Custos</strong>.<br />
<br />
Mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
<strong>(11) 4063-7600</strong></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Circulação de jornais cresce mais do que o PIB em 2011]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=910]]></link>
<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 13:26:41 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=910]]></guid>
<description><![CDATA[<p>A circula&ccedil;&atilde;o de jornais cresceu 3,5% em todo o Pa&iacute;s no ano de 2011, segundo dados do Instituto Verificador de Circula&ccedil;&atilde;o (IVC), atingindo a m&eacute;dia de 4,44 milh&otilde;es de exemplares por dia. Somente o jornal <em>O Estado de S. Paulo</em>, por exemplo, alcan&ccedil;ou evolu&ccedil;&atilde;o de 7,5% na m&eacute;dia de exemplares distribu&iacute;dos diariamente em compara&ccedil;&atilde;o ao ano anterior. Enquanto isso, acredita-se que a economia como um todo no Pa&iacute;s dever&aacute; ter crescido menos do que 3% em 2011 em rela&ccedil;&atilde;o aos 12 meses anteriores. O resultado oficial do PIB de 2011 ainda n&atilde;o foi divulgado. Na avalia&ccedil;&atilde;o deste blog, estes dados significam que o brasileiro est&aacute; demonstrando apetite por informa&ccedil;&atilde;o superior ao seu apetite por consumo.<br />
<br />
O saldo geral do desempenho do mercado de jornais &eacute; positivo, na opini&atilde;o do presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva. Segundo ele, o meio jornal tem conseguido evoluir no Pa&iacute;s, enquanto a circula&ccedil;&atilde;o cai no resto do mundo.<br />
<br />
&quot;H&aacute; uma mudan&ccedil;a de comportamento: as pessoas continuam usando a internet, mas procuram nos jornais um complemento de informa&ccedil;&atilde;o&quot;, explica Martins Silva. Mundialmente, a circula&ccedil;&atilde;o de jornais caiu 2%, conforme relat&oacute;rio da Associa&ccedil;&atilde;o Mundial de Jornais e Editores de Not&iacute;cias, publicado em outubro passado. O documento mostra a circula&ccedil;&atilde;o de jornais de 69 pa&iacute;ses em 2010, na compara&ccedil;&atilde;o com 2009.<br />
<br />
A expans&atilde;o da circula&ccedil;&atilde;o de jornais &eacute; a maior registrada nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Em 2007, houve crescimento de 13,5%. Em n&uacute;meros absolutos, a m&eacute;dia di&aacute;ria de circula&ccedil;&atilde;o no Pa&iacute;s em 2011 alcan&ccedil;ou 4.443.836 exemplares. &Eacute; o maior n&uacute;mero na s&eacute;rie hist&oacute;rica do IVC. Em 2009 e 2010, as m&eacute;dias de circula&ccedil;&atilde;o haviam sido de 4.195.075 e 4.291.965 exemplares/dia, respectivamente.<br />
<br />
<strong>Informa&ccedil;&atilde;o qualificada cresce mais que a popular</strong><br />
<br />
Os jornais que custam entre R$ 1 e R$ 2 para o leitor cresceram, no &uacute;ltimo ano, 0,3% (depois de dois anos seguidos de retra&ccedil;&atilde;o). Em contrapartida, os di&aacute;rios que trazem pre&ccedil;o de capa superior a R$ 2 aumentaram sua circula&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia em 1,6% no mesmo per&iacute;odo.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Internautas da América Latina ficam mais tempo nas redes sociais]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=908]]></link>
<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 11:10:28 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=908]]></guid>
<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da consultoria comScore indica: os internautas da Am&eacute;rica Latina s&atilde;o os que ficam mais tempo em redes sociais. No total, 28% do tempo gasto na internet nesta regi&atilde;o s&atilde;o usados nesses sites de relacionamento.<br />
<br />
Os homens latino-americanos ficam em m&eacute;dia 8,2 horas por m&ecirc;s nesses sites, enquanto as mulheres passam 6,9 horas. Na Europa, o tempo gasto &eacute; de 8,2 horas para os homens e 6,3 horas para as mulheres. J&aacute; na Am&eacute;rica do Norte, s&atilde;o 7,9 horas para eles e 6 horas para elas. Na m&eacute;dia mundial, os homens usam as redes sociais 6,5 horas por m&ecirc;s, enquanto as mulheres ficam conectadas por 5 horas.<br />
<br />
Segundo a consultoria, usu&aacute;rios intensos de outros tipos de meios de comunica&ccedil;&atilde;o, como programas de mensagem instant&acirc;nea e chats, os latino-americanos adotaram as redes sociais de um modo que reflete a cultura social efusiva da regi&atilde;o. Mas o Brasil n&atilde;o aparece na lista dos dez primeiros, que tem outros quatro pa&iacute;ses da Am&eacute;rica Latina: Chile (9,8 horas), Col&ocirc;mbia (8,5 horas), Peru (8,3 horas) e Venezuela (7,9 horas).<br />
<br />
Apesar disso, os brasileiros s&oacute; perdem para os americanos, brit&acirc;nicos e espanh&oacute;is no &iacute;ndice de internautas que usam redes sociais. No Pa&iacute;s, 97% das pessoas que usam a internet est&atilde;o conectadas a algum desses servi&ccedil;os, como Facebook, Orkut ou Twitter &ndash; nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Espanha esse &iacute;ndice &eacute; de 98%.</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[5° Congresso Brasileiro de Pesquisa – Mercado]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=907]]></link>
<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:57:49 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=907]]></guid>
<description><![CDATA[<p>No dia <strong>28 de janeiro</strong>, S&atilde;o Paulo (SP) recebe o curso de <strong>Como destacar sua empresa nas M&iacute;dias Sociais</strong>.<br />
<br />
<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es:</strong><br />
(11) 7582-9079</p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A comunicação face-a-face no processo de transformação organizacional]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=906]]></link>
<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 10:35:52 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=906]]></guid>
<description><![CDATA[<p>No dia <strong>27 de janeiro</strong>, S&atilde;o Paulo (SP) recebe o curso de <strong>A comunica&ccedil;&atilde;o face-a-face no processo de transforma&ccedil;&atilde;o organizacional</strong>, das 9h &agrave;s 18h.<br />
<br />
<strong>Mais informa&ccedil;&otilde;es:<br />
</strong>(11) 3662-3990<br />
<a target='_blank' href='http://www.aberje.com.br'>www.aberje.com.br</a></p>]]></description>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Kindle Fire e indiano Aakash abrem caminho para tablets baratos]]></title>
<link><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=905]]></link>
<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:55:22 GMT</pubDate>
<guid><![CDATA[http://www.housepress.com.br/blogpress/index.asp?idPost=905]]></guid>
<description><![CDATA[<p>O ano de 2012 deve ser pr&oacute;digo para amantes de <em>gadgets</em>, que podem esperar <em>tablets </em>mais baratos, laptops ultrafinos, <em>smartphones </em>mais inteligentes, m&aacute;quinas com o novo sistema operacional da Microsoft e at&eacute;, quem sabe, a m&iacute;tica linha de televisores da Apple.<br />
<br />
Depois do Kindle Fire, <em>tablet </em>da Amazon vendido a US$ 200 nos EUA (o iPad custa a partir de US$ 500), o mercado deve ser inundado por <em>tablets </em>b&aacute;sicos com pre&ccedil;os inferiores at&eacute; a US$ 100. Um dos tablets de baix&iacute;ssimo custo j&aacute; lan&ccedil;ados &eacute; o Aakash, da empresa indiana Datawind, que custa US$ 47 e j&aacute; vendeu 1,4 milh&atilde;o de unidades.<br />
<br />
No Brasil, outro fator que deve reduzir o pre&ccedil;o dos <em>tablets </em>&eacute; a &quot;Lei do Bem&quot;, que desonerou os aparelhos produzidos no pa&iacute;s. Quem procura um <em>tablet </em>mais sofisticado pode esperar pelo sucessor do iPad, que deve ser apresentado at&eacute; abril, e pelo modelo com Android feito pelo pr&oacute;prio Google, que ser&aacute; lan&ccedil;ado nos pr&oacute;ximos seis meses.<br />
<br />
Com interface h&iacute;brida, o Windows 8, novo sistema da Microsoft com lan&ccedil;amento previsto para este ano, ser&aacute; adotado tanto em laptops e computadores tradicionais quanto em <em>tablets</em>. Na semana passada, o Google anunciou uma medida para tornar mais uniformes os celulares com Android.<br />
<br />
A partir da vers&atilde;o 4.0, a mais recente, os dispositivos que quiserem ter acesso &agrave; loja Android Market ter&atilde;o que incluir o visual padr&atilde;o, conhecido como Holo. Os fabricantes e as operadoras de celular continuar&atilde;o livres para modificar o visual, mas a inclus&atilde;o do tema padr&atilde;o ser&aacute; obrigat&oacute;ria.<br />
<br />
No mercado de smartphones, o ano de 2012 ser&aacute; crucial para a Microsoft e seu sistema Windows Phone 7, que &eacute; bem avaliado pela cr&iacute;tica, mas ainda n&atilde;o conquistou os consumidores. A principal aposta da empresa &eacute; a parceria privilegiada com a Nokia.</p>]]></description>
</item>
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