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_30/1/2012 13:26:41

Circulação de jornais cresce mais do que o PIB em 2011

Publicações registraram crescimento de 3,5% no Brasil, contrariando tendência mundial

A circulação de jornais cresceu 3,5% em todo o País no ano de 2011, segundo dados do Instituto Verificador de Circulação (IVC), atingindo a média de 4,44 milhões de exemplares por dia. Somente o jornal O Estado de S. Paulo, por exemplo, alcançou evolução de 7,5% na média de exemplares distribuídos diariamente em comparação ao ano anterior. Enquanto isso, acredita-se que a economia como um todo no País deverá ter crescido menos do que 3% em 2011 em relação aos 12 meses anteriores. O resultado oficial do PIB de 2011 ainda não foi divulgado. Na avaliação deste blog, estes dados significam que o brasileiro está demonstrando apetite por informação superior ao seu apetite por consumo.

O saldo geral do desempenho do mercado de jornais é positivo, na opinião do presidente executivo do IVC, Pedro Martins Silva. Segundo ele, o meio jornal tem conseguido evoluir no País, enquanto a circulação cai no resto do mundo.

"Há uma mudança de comportamento: as pessoas continuam usando a internet, mas procuram nos jornais um complemento de informação", explica Martins Silva. Mundialmente, a circulação de jornais caiu 2%, conforme relatório da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias, publicado em outubro passado. O documento mostra a circulação de jornais de 69 países em 2010, na comparação com 2009.

A expansão da circulação de jornais é a maior registrada nos últimos três anos. Em 2007, houve crescimento de 13,5%. Em números absolutos, a média diária de circulação no País em 2011 alcançou 4.443.836 exemplares. É o maior número na série histórica do IVC. Em 2009 e 2010, as médias de circulação haviam sido de 4.195.075 e 4.291.965 exemplares/dia, respectivamente.

Informação qualificada cresce mais que a popular

Os jornais que custam entre R$ 1 e R$ 2 para o leitor cresceram, no último ano, 0,3% (depois de dois anos seguidos de retração). Em contrapartida, os diários que trazem preço de capa superior a R$ 2 aumentaram sua circulação média em 1,6% no mesmo período.

_Fonte: Redação BlogPress!, com informações de O Estado de S. Paulo e Meio e Mensagem

Marcador(es): MídiaOpiniãoTendências

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_23/1/2012 14:02:13

Empresas anunciam 16% mais em 2011

Televisão recebeu a maior parte da verba, seguida de revistas e jornais

Num ano em que o crescimento da economia brasileira ficou em torno de 3%, o setor de publicidade e propaganda se destacou, superando muito este patamar. Segundo matéria divulgada em 19 de janeiro no jornal Brasil Econômico, os investimentos das empresas em mídia cresceram 16%, alcançando R$ 88 bilhões.

De acordo com estudo realizado pelo IBOPE, as TVs receberam 53% do total destinado à publicidade no ano passado. Em seguida ficaram os jornais, com 20%; as revistas, com 8%; as TVs por assinatura, também com 8%; a internet, com 6%; e as rádios, com 4%. O restante foi destinado aos cinemas, à propaganda em mobiliário urbano e aos outdoors.

Na opinião de Décio Colasanti, Diretor Geral da House Press Propaganda (agência especializada na comunicação com o mercado B2B), "os investimentos em publicidade crescem conforme aumenta a necessidade das empresas de divulgar seus produtos para ampliar vendas". Ele acredita que, quando a economia dá sinais de retrocesso, este é o momento em que as empresas percebem a real necessidade de investir em comunicação.

Apesar de a TV ter recebido a maior parte da verba de mídia, sua participação porcentual no bolo publicitário ficou estagnada com relação ao ano anterior, ao passo que os investimentos em anúncios na internet cresceram significativamente.

"Enquanto a TV configura excelente veículo para a divulgação de produtos de varejo devido ao seu amplo alcance, as revistas técnicas e os portais especializados de internet continuam sendo os meios mais eficazes para anunciar produtos destinados ao segmento business-to-business (B2B), pois o nível de dispersão é baixo, proporcionando melhor relação custo—benefício para as organizações deste mercado", analisa Décio.

Publicidade sob medida

Existe ainda a possibilidade de a empresa criar sua própria revista e “recheá-la” com matérias que geram valor para o mercado em que atua. Um caso de sucesso é a revista Prysmian Club Evolution, destinada a profissionais do setor elétrico. Além de divulgar com detalhes os produtos da marca Prysmian (tradicional fabricante de cabos elétricos), ela presta um valioso serviço a seus leitores, pois inclui informações sobre legislação, segurança nas instalações e economia de energia, entre outras.

"No mercado B2B, a prestação de serviço por meio da informação é uma excelente estratégia para atrair e manter clientes", avalia Décio. "E a revista corporativa é a ferramenta ideal para colocar em prática essa estratégia, pois permite que a mensagem certa chegue ao público desejado com dispersão perto de zero", complementa.

_Fonte: Redação BlogPress!

Marcador(es): MídiaOpiniãoTendências

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_20/12/2011 14:56:24

Boas festas!

Com o empenho e a cooperação de nossos colaboradores alcançamos nossos objetivos, e chegamos ao fim de mais um ano de conquistas e trabalhos. Gostaríamos de agradecer todos os leitores do BlogPress! e esperamos que tenham aproveitado o conteúdo que ao longo do ano foi produzido especialmente para vocês, profissionais da área de comunicação B2B e marketing industrial.

Durante o período festivo, o BlogPress! estará inativo, mas daremos continuidade ao nosso trabalho no dia 03 de janeiro de 2011. Desejamos a todos um Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Que 2012 esteja repleto de alegrias, realizações e novas conquistas!

Equipe BlogPress!

 

Marcador(es): Opinião

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_9/12/2011 09:29:09

Conteúdo a todo custo: vale a pena?

Blogueira é condenada a indenizar grupo financeiro nos EUA

Uma blogueira norte-americana foi condenada a indenizar um grupo financeiro em US$ 2,5 milhões por ter postado infomações caluniosas sobre ele em seu blog, sem ser jornalista.

À Justiça, a blogueira disse que recebeu as informações de um ex-funcionário do grupo financeiro, mas negou-se a identificá-lo, alegando estar protegida pela lei que permite a jornalistas não revelarem suas fontes.

A corte concluiu que a blogueira não comprovou ser afiliada a algum jornal, revista, periódico, livro, folheto, serviço de notícias, serviço de comunicação sem fio, grupo de notícias, estação ou rede de radiodifusão ou sistema de televisão a cabo. Desta forma, ela não está sob proteção da lei, conforme a sentença proferida para o caso.

Não se trata de sair em defesa ou de acusar quem escreve o que bem entende sobre tudo e sobre todos – e simplesmente joga na internet. O que importa mesmo é lembrar que para cada ato existe uma conseqüência.

E como podemos aproveitar este exemplo de modo a evitar armadilhas na crescente criação de conteúdo corporativo para distribuição online? É com o pensamento nesta simples questão, que transcende a internet, o jornalismo e as leis dos países, que precisamos lembrar de ser cautelosos com o que se escreve. Somente profissionais adequadamente preparados podem ajudar as empresas a evitar as (muitas) cascas de banana e “pegadinhas” que permeiam o ambiente digital. É preciso estar preparado para produzir conteúdo. É preciso saber sobre quem, onde e para quem convém dizer o quê e como.

E pensar que, com a explosão das redes sociais, muitos gestores de comunicação continuam priorizando a construção de conteúdos a qualquer custo, e muitas vezes sem o – fundamental – controle de qualidade sobre o conteúdo gerado e compartilhado como tromba d’água na inundação.

Pense nisso em sua próxima ação comunicacional e otimize seus resultados!

Décio Colasanti, diretor da House Press Propaganda
Opinião elaborada com informações do Blog Radar Econômico / O Estado de S. Paulo

Marcador(es): Opinião

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_25/11/2011 14:56:41

Fortalecendo a marca em um cenário de transformações

Líderes de empresas debateram aspectos relevantes para a construção de marcas

Trabalhar para o fortalecimento das marcas é uma medida fundamental para reduzir das incertezas que afetam os mercados como reflexo das rápidas transformações causadas tanto pelas crises internacionais quanto pelo crescimento da China. O desafio no segmento do Marketing Industrial ou B2B é avaliar corretamente, nesse contexto, quais os aspectos que influenciam diretamente a marca nas relações entre empresas.

Para José Carlos Teixeira Moreira, presidente do Instituto e da Escola de Marketing Industrial, três recursos são fundamentais nas relações entre empresas: soluções inteligentes, pessoas e marcas – e todos eles estão inter-relacionados.

* Não há marca forte que resista a produtos medíocres
* Nenhuma marca resiste à não entrega da expectativa que ela própria criou
* Marca é uma visão de valor e as pessoas envolvidas com a atividade de uma empresa precisam comprovar isso
* A construção de uma marca é a soma da percepção das pessoas sobre ela. Logo, quanto maior o significado que a marca tem para as pessoas, maior a adesão em rede
* A reputação da marca protege o profissional que faz a compra do produto ou serviço perante a empresa na qual trabalha
* Gerir marcas significa gerir as relações e as associações que estão por trás de seu nome
* Associações positivas da marca são atribuídas a alguém da empresa, o que reforça o valor das pessoas

_Fonte: Instituto de Marketing Industrial (EMI)

Marcador(es): MarcaOpinião

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_28/10/2011 13:35:58

Será que o Marketing Tradicional morreu?

Marketing Tradicional (Outbound) ou Marketing de Atração (Inbound), qual é o melhor?

Muitos profissionais de marketing digital defendem veementemente que o Inbound Marketing – Marketing de Atração – é melhor do que o Outbound – marketing tradicional. Alguns fãs mais ardorosos dizem ainda que o marketing tradicional é para quem tem bolsos grandes e o Inbound para quem tem um cérebro desenvolvido. Mas afinal, você conhece as diferenças entre eles e sabe quando deve usar um ou outro?

É fato que mais de 80% das pessoas com acesso à web procuram todo tipo de informação online antes de decidir sua compra. Isso é uma verdade até nas empresas B2B, onde gestores buscam manter-se informados para tomar suas decisões.

Variáveis como a escassez de tempo e os custos de locomoção fazem da web uma poderosa e conveniente fonte de informação. A facilidade com que os clientes criam filtros também gera desafios à publicidade convencional. O fato é que fica cada vez mais difícil atrair a atenção do cliente, pois atualmente é preciso conquistá-la.

Seguem algumas dicas para ajudá-lo a decidir quando utilizar cada um dos tipos de marketing:

1. Defina sua estratégia e público alvo (buyer personas) e lembre-se, ambos os métodos são ferramentas de comunicação para executar seus planos, ou seja, atingir seu cliente e posicionar sua marca.

2. Reavalie os resultados com propaganda tradicional (até online) e eventos, e veja o que realmente funciona. Migre o orçamento do que não funcionou para sua estratégia de Marketing de Atração.

3. Em um país dominado pela TV a propaganda ainda tem sua eficiência. No entanto, este cenário está mudando em decorrência do crescimento da web. Agora, o consumidor tem o poder e um megafone virtual em suas mãos.

4. Criar conteúdo é a chave. Mas, antes, entenda o que tira o sono de seus clientes e detalhe o ciclo de vendas de seu negócio. Com essas informações nas mãos, gere conteúdo para cada uma dessas etapas.

5. Personalize suas páginas nas redes sociais com a mesma identidade visual usada para as ações offline. E lembre-se, é essencial integrar as duas.

6. Utilize eventos para construir relacionamentos “reais” com seus clientes e aumentar a experiência que eles têm com seus produtos. As informações sobre estes serão buscadas online. Seu estande deve complementar as experiências e informações fornecidas online.

7. Se você ainda não tem uma estratégia de marketing de atração, comece a criar uma. Desta forma, se algum cliente irritado falar mal de sua marca você poderá resolver o problema antes que se torne viral.

8. Se seu orçamento é mais limitado, invista na web e no Marketing de Atração. Com o custo de um estande, você poderá fazer projetos que colocarão sua marca em destaque na web o ano todo.

Finalmente, respondendo a dúvida apresentada no início deste artigo: o melhor é criar uma estratégia que agrupe os dois conceitos, utilizando as vantagens e os pontos fortes de cada um deles. Fique atento, pois o cliente está cada vez interessado no mundo online. O desafio então é ganhar – e não comprar – a atenção do cliente.

_Fonte: Madraint

Marcador(es): ComunicaçãoOpinião

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_24/10/2011 14:42:45

Social Commerce 3.0: evoluir antes de ser uma gigante da internet

Vender é importante, mas vender muito é ainda mais. O lucro continua sendo o fundamental, mas quando o relacionamento com o consumidor será o centro das atenções?

Vivemos em uma guerra deliciosamente prazerosa de preços e possibilidades de compra imediata. Nunca se comprou tanto. Só em 2010, 23 milhões de brasileiros gastaram R$ 14 bi pela internet, e a tendência é que esse valor só aumente, já que as vendas online trazem economia, comodidade e praticidade, tornando-se uma das melhores opções na hora da compra. Apesar desse leque de pontos positivos, os serviços de compras via internet não impossibilitam a existência de reclamações. O que é preciso mudar antes mesmo de o e-commerce brasileiro alcançar sua maturidade? Do que os consumidores se queixam? Qual é o momento vivido?

Com o aumento nas vendas online, um novo termo surgiu para classificar o comprador que opta por essa prática. De consumidores, passaram a ser chamados “prosumidores”, ou seja, consumidores pró-ativos que avançaram na relação com o consumo e com quem vende.

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Marcador(es): OpiniãoTendências

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_14/10/2011 13:20:36

Treinamentos contribuem para aproximação com o cliente

Por: Francisco Marcondes

Trabalhei em uma empresa onde, por ano, falávamos para uma média de 7.000 pessoas. No ano de 2003, por exemplo, chegamos ao número de 10.809 pessoas, distribuídas em 62 cursos e 314 palestras.  Entre as tantas pessoas estavam clientes, distribuidores, estudantes de escolas técnicas, universidades e professores. Tudo isso em busca da construção de uma boa imagem e uma lembrança positiva.

Dificilmente se recusava um convite para palestrar em alguma empresa ou entidade de ensino. Em muitos casos as palestras eram à noite ou até de madrugada, para os funcionários do terceiro turno. O difícil, nas palestras da madrugada, era convencer a esposa de que se estava indo fazer uma palestra técnica das 24h00 ás 02h00 sobre aplicação de ferramentas ou uma palestra motivacional sobre competitividade.

Treinar, seja por meio de cursos ou palestras, ajuda clientes e interessados a terem experiências positivas na aplicação dos produtos, que se tenha a oferecer. Sabendo mais e usando adequadamente obterão melhores resultados e essa satisfação fará com que essas pessoas voltem a comprar ou se sintam mais seguras em fazer uma indicação, por exemplo.

Muitas empresas pensam mais no curto prazo, nos resultados imediatos em vendas. Investir em estudantes, contudo, é investir no futuro, não só dos negócios ou do mercado, mas até do próprio País. Participei, certa ocasião, de uma reunião onde os coordenadores puseram em pauta o desafio de se encontrar meios para que os vendedores conseguissem acesso à alta cúpula das empresas clientes. A questão era: como os vendedores conseguiriam uma reunião com a diretoria de uma determinada empresa, com o propósito de fazer uma apresentação formal dos benefícios que poderiam oferecer, a fim de pleitearem a condição de fornecedores preferenciais?

O grande problema é que, nos tempos atuais, o pessoal da alta cúpula mal tem tempo para atender seus próprios subordinados, imagine então a dificuldade de se conseguir uma reunião em agenda tão disputada quando se é um fornecedor em busca de uma oportunidade para ampliar vendas. É preciso ter algo realmente importante para se comunicar e, para tanto, é preciso muito planejamento. Por outro lado, será muito fácil conseguir tempo na agenda de um executivo importante se há 15 ou 20 anos a empresa o tenha ajudado a concluir o seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), ainda nos tempos da faculdade. Por mais que uma pessoa cresça como profissional, dificilmente esquecerá a própria história e quem o ajudou quando ainda era apenas um estudante. É claro que, por si só, esse fato não será uma garantia de vendas. Mas, além do prazer de ter sido parte da história de alguém bem sucedido – o que ajuda na imagem –, iniciativas como esta são sim uma garantia de acesso a ouvidos atentos para uma pretensa proposta. O tempo passa muito rápido, e é incrível o número de ex-alunos que se pode encontrar em cargos de decisão.

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Marcador(es): OpiniãoVale a dica

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_30/9/2011 13:31:07

Capital humano: o maior ativo empresarial

Muito se fala em treinamentos, metas, consultorias e resultados financeiros. Entretanto, a gestão empresarial na maioria dos casos ocorre de forma eficiente, mas não eficaz. Isso porque quase tudo é possível de ser contabilizado. A exceção é o capital humano, que embora possa ser enquadrado em uma central de custos da empresa, quase sempre é esquecido como principal ativo do núcleo corporativo: a gestão do conhecimento.

Atualmente existe uma verdadeira “dança” de cargos e salários no mundo corporativo, onde a competência é apenas uma das grandes regras do jogo. A valorização profissional está longe de ser enquadrada como um simples pacote de benefícios oferecidos ao colaborador. Existem fatores que são intangíveis e se baseiam na experiência de vivenciar o conhecimento adquirido, saber o quanto ele vale para a empresa, quem o utilizou, como utilizou e que identidade se formou nessa pessoa através dos seus conhecimentos. Isso não tem preço.

Infelizmente, a realidade ainda é contraditória: o investimento em capacitações é elevado, mas o índice de aceitação da prática pela própria empresa investidora ainda é ínfimo. De certo, há de se considerar situações da vida empresarial que impactam na gestão do capital humano.

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_Fonte: http://www.advb-es.com.br

Marcador(es): Opinião

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_27/9/2011 13:47:42

Cuidado com o pessoal da produção

Em uma suntuosa indústria, um jovem executivo, com currículo invejável e passagens pelas melhores instituições do mesmo segmento, foi contratado para assumir a chefia geral de uma nova linha de produção. Logo na primeira semana ele já demonstrava paixão pelo trabalho, organizando documentos, fazendo reuniões com o pessoal da produção e emitindo relatórios.

Devido ao tamanho da empresa, o jovem executivo ainda não conhecia as pessoas que trabalhavam no local. Passado algum tempo, um dos mais experientes encarregados sob o seu comando sofreu um acidente doméstico, e ficou impossibilitado de trabalhar por três dias. Tal fato provocou, desde o primeiro dia de sua ausência, uma ligeira queda no ritmo da produção, que ao longo daquela mesma tarde já acarretava sinais de prejuízo devido aos pedidos que tinham prioridade.

Percebendo o problema, o jovem executivo aumentou a carga horária de toda a equipe e começou a acompanhar bem de perto o trabalho dos operários, apontando falhas, corrigindo o trabalho deste e daquele, entre outros comentários de praxe no ambiente onde trabalhavam.

Um homem de cabelos grisalhos, com roupas simples, e com voz humilde, mas alegre, passou por ali e parou por alguns minutos observando o trabalho dos operários. Percebendo o olhar atento do homem de certa idade, o jovem chefe, fuzilando um olhar meio que irônico disparou:

- Você não devia estar trabalhando em sua área? Creio que seu superior não gostará de vê-lo aqui.

O velho homem, sem titubear, sorriu levemente e revidou:

- Por que você não se junta aos homens que estão trabalhando para agilizar a produção e evitar prejuízos maiores? Além disso, eles são novatos.

Eis que o executivo replicou:

- Eu? Jamais faria isso. Não estudei e trabalhei a vida inteira para chegar aqui e declinar minha função. Eu sou um chefe de produção e minha função é chefiar a equipe. Sou estratégico e eles são operacionais.

Então o homem se calou, mas ainda sorrindo se juntou aos homens, e começou a trabalhar fazendo a produção voltar ao normal em pouco tempo. Feito isso, aquele homem sorridente, simpático e um tanto solidário se levantou e olhou novamente para o chefe de produção e dessa vez num tom mais grave de voz falou:

- Chefe, da próxima vez que tiver problemas na produção e não tiver homens suficientes para resolver, chame o presidente dessa empresa, que eu retornarei. Até breve.

A reflexão da mensagem acima é uma radiografia fiel do mundo empresarial, onde as aparências enganam, e muito. Ter diplomas, experiências e títulos não indicam necessariamente sua competência. A essência de um profissional diz muito sobre ele. O ego também. Se os homens criadores do Titanic tivessem participado mais da produção do navio, talvez pudessem ter evitado a maior tragédia náutica que o mundo já vivenciou.

Edison Zardini
– Diretor de Promoções e Eventos da Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB-ES), consultor empresarial e autor de artigos e treinamentos ligados ao atendimento, governança corporativa, liderança, motivação e marketing.

_Fonte: http://www.advb-es.com.br

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