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_29/10/2012 11:01:40

Um aviso para a indústria: não processe. Seduza os clientes

Por Tatiana de Mello Dias

Um em cada quatro holandeses com mais de 16 anos baixou músicas, filmes ou games ilegalmente no último ano. Os produtores de cultura deveriam se preocupar? Não. O mesmo estudo mostra que os piratas gastam mais dinheiro com entretenimento.

Em todas as categorias (música, filmes e programas de TV, games e livros) o resultado foi o mesmo: quem baixa compra. Quem pirateia música consome até quatro vezes mais; quem pirateia games, compra até oito vezes mais.

O curioso é que o relatório, feito pela faculdade de direito da Universidade de Amsterdã, foi divulgado apenas dois dias depois que uma outra pesquisa apontou exatamente o mesmo resultado. O instituto de pesquisas American Assembly, filiado à Universidade Columbia, entrevistou mais de dois mil americanos e alemães para constatar que quem baixa músicas ilegalmente – e tem uma coleção musical maior – gasta, em média, 30% a mais com música.

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Marcador(es): Opinião

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_19/10/2012 13:21:47

Quem tem tempo para toda aquela história de relações públicas?

Por Greg Miller

A questão surgiu durante um café da manhã com um sócio, investidor de um banco regional de sucesso.

Ele e sua companhia estão ocupados agora. Empresas de alta qualidade e médio-porte estão em grande demanda. Os compradores financeiros e estratégicos estão na rua ou no telefone. Atacadistas e varejistas, principalmente aqueles proprietários de empresas familiares, têm muitas razões para acelerar as vendas. O dinheiro está disponível para financiamento, os preços se estabilizaram, impostos sobre ganhos de capital continuam crescendo. E a competição por participação de mercado só tende a ficar mais difícil.

Graças a essa “ocupação” toda, muitas vezes ele e seus sócios simplesmente não encontram tempo para cuidar das Relações Públicas, o que pode ser preocupante.

• Estamos subestimando e deixando de investir em um setor que, eventualmente, pode vir a prejudicar o fluxo do nosso mercado?

• Estamos perdendo oportunidades vitais de ser encontrados por empresários que precisam saber mais sobre nossos serviços?

• Quanto realmente sabemos sobre as novas formas de identificar clientes em potencial?

• E como podemos evitar conversas comprometedoras com nossos colegas e concorrentes, que também são parte integrante do agitado fluxo de negócios?

• Como ocupados executivos de empresas em constante crescimento podem continuar fazendo o que fazem de melhor, sem deixar de lado importantes questões de marketing, comunicação e relações públicas que podem garantir uma posição à frente da concorrência?

Boas Perguntas. Aqui está o que eu disse ao meu ocupado colega investidor.

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Por Greg Miller

Marcador(es): ComunicaçãoOpinião

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_10/10/2012 11:33:31

A sinergia das quatro forças

Por Ethevaldo Siqueira

Nestes tempos de profundas mudanças, os maiores desafios que as empresas enfrentam nas áreas de TI (tecnologia da informação) e de telecomunicações são quatro forças convergentes que atuam simultaneamente no cenário econômico: mobilidade, redes sociais, computação em nuvem e internet.

Para os especialistas elas são chamadas de nexus das forças e representadas no jargão internacional por quatro palavras em inglês: mobile, social, cloud e information. Na realidade, essas forças definem praticamente o futuro das empresas. Em especial, quando as corporações compreendem o poder e impacto dessas alavancas tecnológicas e utilizam sua sinergia, traduzidas no poder conjunto da mobilidade, das redes sociais, da computação em nuvem e do potencial incrível da internet.

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Marcador(es): Opinião

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_10/7/2012 13:50:10

A face perversa do Google

Duvide sempre, pois a internet é um oceano de armadilhas e riscos

Eu e centenas de milhões de usuários sabemos quais são os benefícios e a utilidade do Google, como maior acervo de informações que a humanidade já produziu, ao alcance de mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo. E de graça.

De graça? Na realidade, essa suposta gratuidade do Google é a grande isca para atrair audiência. A partir daí, o Google se transforma numa gigantesca máquina de publicidade que fatura bilhões. Seus parceiros são todos os demais sites, portais e blogs que cedem seus espaços em troca de uma remuneração próxima de zero. Como um polvo, o Google invade e ocupa todos os espaços livres de todos os portais, sites e blogs.

Precisamos ser sempre críticos e independentes diante do Google e da internet como um todo, apontando seus riscos e malefícios, em lugar de apenas ressaltar suas maravilhas.

Meu conselho é este: seja cauteloso e desconfie sempre, leitor, inclusive dos melhores projetos colaborativos, mesmo aqueles aparente ou comprovadamente filantrópicos e não comerciais, como a Wikipédia. Duvide sempre, pois a internet é um oceano de armadilhas e riscos. Leia em meu site pessoal  mais trechos da entrevista de Scott Cleland.

Fonte: Ethevaldo Siqueira para O Estado de S. Paulo, 08/07/2012

Marcador(es): Opinião

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_26/6/2012 13:22:04

O futuro da comunicação digital está na palma da mão

Estudos e especialistas em mídia social apontam que o futuro está nas plataformas e sites adaptáveis

 Realizada pela TIC Domicílios, uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) que mede o uso das tecnologias de comunicação e informação em resistências, constatou que o acesso à internet por dispositivos móveis, como celulares, computadores portáteis e tablets praticamente triplicou de 2010 para o ano passado.

Especialistas em mídias sociais defendem que a adaptação de sites para o formato móvel será, num futuro próximo, essencial para a sua manutenção. Alexandre Matias está entre os profissionais dessa área que avaliam como principal ponto fraco do facebook, essa dificuldade de adaptação, “Qualquer um que já tenha tentado usar o Facebook em sua versão móvel sabe como a rede social fica muito aquém do esperado se comparado ao formato original, via browser.”, afirma ele, “Cada vez mais, a internet móvel torna-se dominante em nossa rotina. Para muitos, ela ainda não é uma realidade, mas sua presença é irreversível: em dois ou três anos, estaremos acessando a web em dispositivos portáteis, sejam eles celulares, tablets ou qualquer outro aparelho que possam inventar.” (confira o artigo completo no link)

David Karp, criador do Tumblr, em entrevista ao Estadão, deixou bem clara a sua posição de concordância com o articulista:

“O telefone celular, sem brincadeira, é a máquina de produção de mídia mais sofisticada que já existiu. Antes você precisava de uma filmadora, ligava-a ao computador, esperava o vídeo ser transferido para aí sim editá-lo muito lentamente. Agora você faz tudo isso em um só aparelho de 100 dólares. É incrível. O que nos deixa muito animados com essa mudança para dispositivos móveis é que ela torna muito mais fácil produzir qualquer coisa que, se não fossem os celulares, as pessoas não produziriam – e talvez não se descobrissem como criadores. Os aplicativos que já foram criados para esta máquina – o Instagram, o Cinemagram... – não estão nem no começo da história.”

Ao que tudo leva a crer, sites e plataformas adaptáveis para dispositivos móveis são o futuro da comunicação digital.

FONTE: O Estado de S. Paulo e Portal Terra

Marcador(es): OpiniãoTendências

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_28/5/2012 12:04:51

Quanto tempo durará o reinado do Facebook?

 A estreia do Facebook no último dia 18 de maio na bolsa eletrônica Nasdaq movimentou o mercado financeiro ao mesmo tempo em que marcou um momento histórico na área de tecnologia - os mais de US$ 100 bilhões em que a rede social foi avaliada já representam a maior transação de uma empresa dessa natureza na história. Mas, mesmo que a cara sorridente de Mark Zuckerberg continue aparecendo no noticiário nos próximos dias, nada garante que o Facebook seja uma empresa com um futuro brilhante. Pelo simples fato de que o Facebook é e será uma empresa grande num mercado ainda em desenvolvimento, que é o mundo digital.

 Lembre-se que, como o Facebook, empresas como Netscape, Nokia, Microsoft, Sony, BlackBerry e Yahoo já tiveram seus dias de glória, em que pareciam ser imbatíveis e prontas para dominar diferentes pontos de nossas vidas entre o computador, a internet e o celular. Até o Google, que se vê a cada dia mais ameaçado pela expansão do Facebook, já foi considerado inatingível.

O que acontece? Surge uma nova tecnologia, uma nova linguagem ou um novo aparelho e o público a abraça antes que os titãs percebam a mudança. Foi assim, por exemplo, que a Apple derrubou a Research in Motion, fabricante do BlackBerry, e a Nokia depois de lançar o iPhone e a economia dos aplicativos. De repente, empresas que eram sinônimos de smartphone parecem obsoletas.

O mesmo pode acontecer com o todo-poderoso Facebook. Seu calcanhar de Aquiles já existe e chama-se internet móvel.

O ponto fraco

Qualquer um que já tenha tentado usar o Facebook em sua versão móvel sabe como a rede social fica muito aquém do esperado se comparado ao formato original, via browser. E, cada vez mais, a internet móvel torna-se dominante em nossa rotina. Para muitos, ela ainda não é uma realidade, mas sua presença é irreversível: em dois ou três anos, estaremos acessando a web em dispositivos portáteis, sejam eles celulares, tablets ou qualquer outro aparelho que possam inventar (lembre-se que, até 2010, a categoria tablets não existia).

 E é aí que mora o perigo para o Facebook. Talvez seu rival futuro - o Facebook da internet móvel - ainda nem tenha sido criado, e muitos cogitam que o fato de ter pago US$ 1 bilhão para comprar o Instagram talvez tenha sido um movimento para impedir que o aplicativo crescesse a ponto de interessar compradores concorrentes ou de ele mesmo se tornar gigante.

 Por isso, é bom ter um certo ceticismo em relação ao oba-oba em torno do Facebook em 2012. O próprio crescimento da rede já diminuiu - e, lentamente, vemos surgir uma repulsa ao excesso de entusiasmo que parece ser a regra na linha do tempo de todos seus usuários. Que eles são a maior rede social do mundo e uma das empresas mais importantes do mercado de tecnologia hoje, não há a menor dúvida. Resta saber por quanto tempo eles conseguirão manter esse tamanho e essa importância.

Fonte: Alexandre Matias para OESP, 19 de maio de 2012

Marcador(es): Opinião

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_12/4/2012 14:19:37

Rede social serve para negócios?

As corporações entendem que, cada vez mais, é preciso aproximar-se das redes sociais. Independentemente do seu foco, seja ele a criação de uma loja virtual, a prospecção de novos clientes, ou simplesmente para proporcionar visibilidade às marcas, produtos e serviços, hoje, qualquer empresa direciona boa parte de suas estratégias em projetos para este ambiente, obtendo resultados que, se não são totalmente tangíveis, têm um grande peso para seus negócios.

O desafio

A web 2.0 e o social business (conceito de redes sociais para os negócios) já estão incorporados às estratégias de multinacionais e até às pequenas e médias empresas. Atualmente o maior desafio é saber utilizar essas tecnologias, integrá-las a seus processos de negócios e na operação organizacional e mostrar como as companhias podem obter retorno sobre os investimentos (ROI).

Um desses retornos estaria no simples fato da socialização entre seguidores de uma determinada marca. Mesmo que não sejam consumidores de fato daquele serviço ou produto, o seu comportamento dentro da rede social bastaria para a criação de novas estratégias de negócios de uma empresa. Insights, análise de tendências e, principalmente, o que o indivíduo diz, “curte” e compartilha sobre o que a marca  ou empresa está comunicando dentro da rede, geraria um campo de análise para futuras ações.

Se o foco em social commerce (lojas virtuais dentro das redes sociais) ainda é tímido no Brasil, por outro lado temos vários exemplos interessantes de social business despontando. Vemos inclusive a ampliação da colaboração interna nas companhias.

Nos Estados Unidos, as empresas e marcas, principalmente as que têm forte apelo junto ao público jovem – como a Nike, por exemplo –, já trabalham fortemente o conhecimento da marca e a consideração e a influência de seus produtos sobre sua comunidade. Aqui no Brasil, ainda estamos na fase de presença nas redes. Muitas empresas simplesmente criam sua “Fan Page” e esquecem o conceito principal das redes sociais: o diálogo. E, no caso do social business, este conceito se aprofunda um pouco mais com a segmentação de conteúdo, o que gera um retorno mais rápido e satisfatório de suas ações.

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_Fonte: B2B Magazine

Marcador(es): Opinião

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_11/4/2012 14:35:58

Marketing de relacionamento. Por que não?

Por: Andrei Santos Silva

O marketing de relacionamento é considerado a metamorfose do marketing tradicional, antes apenas voltado  aos produtos e serviços. Esse conceito é abordado como um meio eficaz de promover benefícios mútuos, agregando valor nas transações e criando laços entre empresas, fornecedores, funcionários e clientes. Anteriormente as organizações realizavam suas negociações sem demonstrar  preocupação em manter parceiros. Dessa forma, tudo era menos pessoal e mais fácil de deixar de lado um "sócio momentâneo" apenas por interesse em novos meios de investimentos baratos.

Com o passar do tempo, surgiu a necessidade da interação entre esses negociadores com o intuito de gerar mais possibilidades de rendimentos por meio  de técnicas que dependiam da união desses parceiros para que houvesse resultados. Inicia-se, assim, uma modificação dos relacionamentos no mercado.

Percebe-se que um pensamento retrógrado e individual traz menores chances de crescimento no mercado. A empresa que pretende crescer deve ser parte de uma nova geração de organizações dispostas a criar laços de relacionamento com todas as partes envolvidas no desempenho de atividades de mercado. Mas, qual a dificuldade em entender isso?

Muitas empresas ainda caminham na individualidade e crescem a passos curtos devido à falta de interesse nas boas práticas do marketing. Optam por tentar atrair novos clientes sem manter ou reter seus clientes antigos, que até já conhecem seus produtos e serviços. E, na verdade, perdem a chance de despontar como verdadeiros empreendimentos de sucesso no mercado por ter medo de investir pouco, se levar em consideração os lucros possíveis, e não correr o risco de perder dinheiro.

Atrair clientes é fundamental, mas garantir a manutenção dos existentes é primordial. Nenhuma empresa ganha quando se perde clientes, isso é fato, e não adianta deixar de tocar nesse assunto, porque ele vem de encontro com a atuação da empresa no mercado. Trabalhar para garantir a satisfação de todos é garantir a própria satisfação. Não é necessário rejeitar o marketing tradicional, muito menos esquecer as suas ferramentas, mas sim aprimorá-las.

O que dizer de uma empresa que ainda nem iniciou um verdadeiro investimento em marketing? Mas não apenas no marketing voltado para a promoção de produtos e serviços, como é mais conhecido, e sim no marketing de gestão voltado para análise de mercado, levantando possíveis oportunidades e ameaças. As organizações devem estar dispostas a investir em pesquisa de mercado e se interessar em descobrir as necessidades de seus clientes externos e internos. A partir desse momento, dar início a um novo tempo de descobertas se relacionando com os stakeholders e buscando as melhores formas de garantir retornos reais para todos.

Depois de todos esses argumentos expostos, sou tentado a perguntar: Por que não investir em marketing de relacionamento? Acredito que a resposta seja: “porque ainda não se investe em marketing de verdade”. O MR só existirá quando houver uma diferenciação entre ele e o marketing de transações.

_Fonte: Blog Andrei MKT

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_4/4/2012 14:17:33

Mobile Marketing: você aprova?

Por: Décio Colasanti

Entende-se como Mobile Marketing a promoção de ações de marketing que envolvem envio de mensagens para aparelhos celulares via SMS, MMS e Bluetooth, com conteúdo publicitário ou informativo. Esta modalidade de comunicação está sendo cada vez mais utilizada por empresas de diversos segmentos no Brasil e no mundo.

Defensores do Mobile Marketing afirmam que a taxa de leitura de mensagens publicitárias enviadas para celulares é de 94% (dados da Opera Telecom, do Reino Unido) – muito maior que a daquelas encaminhadas por e-mail.

Porém, antes de entregarmos a “medalha de ouro” aos praticantes das formas mais inovadoras de prospecção comercial, analisemos os dados de uma pesquisa realizada em janeiro deste ano pela Ipsos OTX, empresa norte-americana de pesquisas de mercado, mídia e tecnologia, sobre a preferência dos consumidores em receber propagandas por e-mail ou SMS.

De acordo com a pesquisa, realizada em 24 países com a participação de 19.271 pessoas entre 16 e 64 anos, 75% dos entrevistados preferem receber mensagens de conteúdo publicitário por e-mail a recebê-las por SMS ou outras formas de mobile marketing.
Este número é ainda mais expressivo quando segmentamos a pesquisa por cargo ou classe social:

- Entre os tomadores de decisões e proprietários de empresa, 83% afirmaram sua preferência por receber mensagens publicitárias por e-mail
- 89% dos consumidores de média e alta renda são mais favoráveis às mensagens publicitárias por e-mail

Diferença notável na aceitação das mensagens via SMS pode ser observada quando segmenta-se a pesquisa por faixa etária. Os jovens demonstraram ser mais receptivos ao mobile marketing mas, ainda assim, elegeram o e-mail como primeira opção. A preferência pelo SMS se deu entre:

- 21% das pessoas até 35 anos
- 14% das pessoas entre 36 e 49 anos
- 6% das pessoas entre 50 e 64 anos

Se as estatísticas sobre a aprovação (ou reprovação) do recebimento de ofertas e promoções via SMS & companhia é tão clara, por que é que essas mensagens apresentam alto índice de leitura pelos destinatários?

A resposta é simples: o e-mail já tem seu uso difundido e consolidado como ferramenta promocional. Então, sabendo que recebemos essas mensagens todos os dias, aprendemos a filtrá-las e a criar regras para não recebê-las. Adicionalmente, os próprios programas de envio e recebimento de mensagens (tanto locais quanto webmails) passaram a disponibilizar ferramentas para bloquear as mensagens enviadas em massa – os spams. Com isso, a taxa de leitura de e-mails promocionais ficou reduzida: lemos somente aqueles que realmente nos interessam, aqueles sobre produtos e serviços dos quais somos público-alvo.

No caso dos celulares, 99% das vezes que escutamos o “plim”, sabemos que trata-se de mensagem enviada por alguém de nossa lista de contatos, ou mesmo de uma notificação da operadora informando que alguém nos ligou, ou ainda que há novas mensagens na caixa postal.
Estamos acostumados a ler prontamente essas mensagens pois, geralmente, são de nosso interesse. Quando chega uma ou outra mensagem promocional, rapidamente a abrimos e em seguida a descartamos – e tudo fica por isso mesmo (isto quando não somos incomodados em hora imprópria, gerando percepção negativa à marca divulgada). Não temos como criar no celular um filtro “anti-mobile-spam”, mesmo porque o volume de torpedos publicitários ainda é baixo.

Assim sendo, antes de partir para o pioneirismo, os gestores de marketing têm a obrigação de analisar o público-alvo dos produtos de sua empresa para então decidir se as ações de mobile marketing são realmente adequadas ou se configurarão apenas um alto número de mensagens lidas, sem a menor expectativa de retorno de vendas.

Décio Colasanti, diretor da House Press Propaganda

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_16/3/2012 13:33:05

Mais um capítulo da polêmica papel versus leitura digital

Ao contrário do que muitos acreditam e afirmam, jornais e revistas de papel não deixarão de existir

Outro dia, em reunião com um gestor de comunicação, ouvi dele a seguinte sentença sobre materiais promocionais: “Daqui pra frente, não imprimo mais nada. Agora é tudo digital”. Será mesmo que este é o único e mais adequado caminho a seguir? Quem pode calcular os riscos envolvidos quando uma grande empresa resolve assim, de uma hora para outra, que todas as mídias deixaram de ter valor para sua comunicação, salvando-se apenas as telas de computador, smartphones e tablets?

De fato, muita gente considera desnecessário imprimir certos materiais e decididamente será bom para a natureza e para a longevidade do budget que alguma racionalização seja feita em relação aos materiais impressos. Mas é importante observar que algumas necessidades ainda podem depender da velha e boa palavra+imagem impressa para que seja possível alcançar o desempenho desejado no esforço de exposição e distribuição da mensagem, especialmente se falamos sobre a comunicação com objetivos comerciais ou de marketing.

Recentemente, por ocasião do lançamento do Portal iba, do Grupo Abril (ver post que publicamos aqui no BlogPress!), a Revista Veja publicou interessante matéria sobre a inexorável convivência do modelo de leitura impresso (analógico) com o digital, à qual estaremos expostos daqui para a frente. Verdadeira “banca de jornais eletrônica”, o iba chegou com a proposta inovadora de comercializar conteúdo não apenas digital, mas também assinaturas das versões tradicionais impressas de livros, revistas e jornais diários – veja a seguir o interessante trecho que selecionamos desta matéria.

Ainda bem que a cada dia que passa temos mais – e não menos – opções de formatos disponíveis para que possamos nos informar cada vez mais rápido e melhor, e da forma que desejarmos. Pense nisso!

Décio Colasanti, diretor da House Press Propaganda

(...) Grandes iniciativas eletrônicas como essa do iba fazem sempre soar as trombetas do apocalipse, prevendo o fim do papel – ocorrência espetacular, caso fosse verdadeira. Convém ir com cautela e prestar atenção ao fascinante momento atual, o da saudável convivência do eletrônico com o analógico. “O digital e o físico ainda vão conviver por um bom tempo”, diz Ronaldo Lemos, diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito da Fundação Getulio Vargas, do Rio. “Mas ambos vão se transformar rapidamente – o digital por sua própria natureza e o físico por causa da progressiva mudança de hábitos de consumo provocada pelo digital.” Em uma magnífica e hoje clássica palestra proferida em 2003 na Biblioteca de Alexandria, no Egito, Umberto Eco fez uma defesa da coexistência desses dois mundos ao lembrar dos três tipos de memória humana – a orgânica (“feita de carne e de sangue, administrada pelo nosso cérebro”), a vegetal (“representada pelos primeiros papiros e, depois, pelos livros”) e a mineral (“a de milênios atrás, em pedaços de argila e obeliscos, e a atual, eletrônica, à base de silício”). As três, diz Eco, hão de coexistir. Até quando, não sabemos, mas a travessia é longa.

Um olhar histórico ajuda a entender o motivo dessa permanência. Depois da invenção dos tipos móveis de Gutenberg, no século XV, a publicação de manuscritos aumentou e prosseguiu ainda durante três séculos. A televisão, lembremos, não matou o cinema. A popularização do computador nos anos 80 aumentou drasticamente o consumo de papel, por meio de impressoras cada vez mais rápidas. Diz Robert Darnton, diretor da Biblioteca da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, e um dos mais respeitados pesquisadores da informação eletrônica: “Os livros digitais ganham importância, já representam 15% do mercado editorial, mas os livros impressos não perdem espaço. O papel e o eletrônico se complementam. Não podemos imaginar o avanço do digital como algo afeito a mudar completamente nossa experiência cultural”. De fato, não é assim – e por isso as lojas on-line, aptas também a vender impressos, unem o melhor dos dois mundos.

_Fonte: Revista Veja, 7 de março de 2012

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