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O Brasil é o quinto maior mercado do mundo para redes sociais online, segundo uma pesquisa da empresa ComScore, que mede audiência na internet. No País, sites de relacionamento social tiveram 35,2 milhões de visitantes únicos em julho, uma alta de 47% em comparação a 2009. Pelo conceito de visitantes únicos, várias visitas da mesma pessoa no mês são contadas como uma única.
Os Estados Unidos lideram o ranking com 174 milhões de visitantes únicos e um crescimento de 33%. O Brasil está à frente de países desenvolvidos, mas não tão populosos, como o Reino Unido, e também de algumas nações emergentes com imensa população, como a Índia.
No mundo, as redes sociais online tiveram 945 milhões de visitantes únicos em julho, o que representa um crescimento de 23% ao longo de um ano. Os números correspondem a acessos feitos de residências e do trabalho. Exclui visitas de lugares públicos, como cafés e lan houses, e também acessos via celular.
Marcador(es): Mídia
O mundo dos blogs pessoais, que ainda conta com milhões de participantes, perdeu força nos últimos anos. Os consumidores começaram a utilizar mais as redes sociais e o microblogging, que parece ter substituído o papel dos blogs – divulgou o portal norte-americano (EUA) eMarketer.
Muitos estudos revelam que o uso de redes sociais e do twitter deixaram os blogs para trás, mas as empresas não utilizam somente estas plataformas. Segundo Paulo Verna, analista sênior do portal eMarketer, as empresas estão se conscientizando de que os blogs preenchem alguns espaços que outras formas de mídias sociais não conseguem. Devido ao poder que parecem ter esta plataforma de comunicação, o eMarketer prevê que haverá um aumento do uso de blogs corporativos com objetivos de marketing.
Apesar de os dados divulgados este ano revelarem que apenas uma em cada três empresas utiliza um blog como ferramenta de marketing, as previsões do eMarketer apontam que esta proporção aumentará em 43% até 2012. De acordo com Verna, os estudos demonstram que os anunciantes veem mais valor na utilização de blogs do que em outras mídias sociais no que diz respeito a levar tráfego à web, consciência de marca, geração de líderes e vendas, além de melhorar o serviço para o cliente.
Marcador(es): Comunicação • Mídia • Tendências
De acordo com um informativo, divulgado pelo site norte-americano (EUA) eMarketer, anunciantes gastarão durante este ano 1 milhão e 680 mil dólares com publicidade em redes sociais, o que corresponde a um aumento de 20% em relação à 2009. O gasto continuará aumentando em 2011, podendo superar 2 milhões de dólares.
Nesse sentido, cabe destacar a popularidade e importância de algumas redes sociais como o Facebook, que, de acordo com o informativo, será responsável pela metade dos gastos com anúncios publicitários em meios sociais nos Estados Unidos. Por outro lado, sites como MySpace continuam perdendo notoriedade e importância. Já o Twitter, começa a ser incorporado nas previsões do eMarketer este ano, porém com um gasto publicitário por parte dos anunciantes relativamente baixo durante 2010.
Apesar de mais da metade dos investimentos publicitários serem provenientes dos Estados Unidos, os gastos com anúncios em redes sociais crescerá em um ritmo mais acelerado em outros países também. O informativo faz referência à jogos e aplicações sociais, que tiveram um papel importante nos meios e redes sociais e que poderiam repercutir diretamente nas empresas, com um crescente interesse de marcas e organizações por este tipo de recurso.
Marcador(es): Mídia
Ao contrário do que diz a crença popular, o vídeo não matou o rádio, o YouTube não derrubou a televisão e o Twitter não destruiu os blogs. No entanto, em cada caso, o avanço contínuo das novas tecnologias definitivamente obrigou as empresas a evoluírem e a saber lidar como todos os tipos de canais e mídias. Pode-se argumentar, por exemplo, que alguns dos blogs mais bem estabelecidos na web beneficiaram-se de estratégias de partilha de conteúdos com o grande acesso aos links publicados no Twitter. Além disso, anúncios criativos da televisão tiveram uma exposição adicional no YouTube.
O e-mail que, de certa forma, teve algumas restrições, ficou atrás das redes sociais. A Nielsen revelou na semana passada que o tempo gasto com e-mail diminuiu em 28% enquanto com as redes sociais subiu para 43%.
Apesar destas correntes, a realidade é que o e-mail é mais forte do que muita gente pensa. De acordo com um estudo da Econsultancy, que envolveu 1.400 consumidores americanos, 42% dos entrevistados preferem receber anúncios de vendas e promoções via e-mail. Em comparação, apenas 3% disseram o mesmo para sites de redes sociais e 1% que preferiram receber o conteúdo por Twitter.
É importante que os profissionais de Marketing comecem a observar que, se souberem aproveitar todos estes canais de forma eficaz, poderão aumentar o retorno sobre o investimento e estabelecer um vínculo mais profundo com os clientes.
Marcador(es): Comunicação • Mídia
Muitas estatísticas tem surgido sobre a adoção de mídias sociais em empresas B2B. A americana Agência Earnest saiu na frente ao criar um vídeo que compila diversos números dos resultados das ações B2B nas mídias sociais.
Acesse http://www.youtube.com/watch?v=nXQdy-22TXM&feature=player_embedded para ver o vídeo.
Marcador(es): Mídia
Você já tentou explicar ao seu cliente ou ao seu chefe o real poder das redes sociais? Ou mesmo da Internet? Às vezes, não adianta despejar dados. Uma boa imagem ou um belo dado comparativo pode funcionar muito mais. É o que deixa claro um vídeo disponível no YouTube, produzido por uma agência brasileira.
Os dados foram coletados ao longo de um ano. No final de 2009, esse material foi concluído e o resultado da pesquisa foi utilizado para a criação de um vídeo que explica principalmente a importância das redes sociais para os brasileiros. Ele está disponível desde 29 de janeiro e já soma mais de 8,5 mil exibições.
Uma das comparações feitas é: se o Orkut fosse um estado do País, seria o maior de todos. Os dados sobre a quantidade de horas de conteúdo publicadas no YouTube em um ano também são surpreendentes: são 492.750 horas. Para se ter ideia do que isso representa, basta informar a quantidade de horas de conteúdo produzidas pela por uma das principais emissoras de televisão do Brasil no mesmo período: 4.500 horas.
Clique aqui para conferir o filme.
Marcador(es): Mídia • Tendências
Não é de hoje que as redes sociais estão mudando diversos procedimentos tradicionais nas empresas – algumas realizam atendimento ao cliente por meio do Twitter, divulgam propagandas primeiro no YouTube ou fazem suas pesquisas com o consumidor por meio do Orkut.
O Formspring pode ser considerado o novo FAQ ou também mais uma forma de atendimento que substitui o ‘Fale Conosco’ ou o ‘Telemarketing’.
Esta é uma ferramenta simples no qual as pessoas podem fazer perguntas anônimas ou não ao dono do perfil e essas respostas ficam disponíveis no endereço formspring.me/nomedoperfil. Veja abaixo cinco razões para sua empresa aderir ao Formspring:
1. Relacionamento
Essa é a palavra que define redes sociais e que deve ser seguida à risca pelas empresas. Se você não se relaciona com seu cliente, provavelmente ele vai procurar outra marca que se importe com sua opinião.
Por meio do Formspring, você irá disponibilizar mais um canal para seu público esclarecer dúvidas, ou seja, se ele não conseguir resolver o problema por e-mail, telefone ou pessoalmente, ainda terá o Formspring.
2. FAQ
Grande parte das organizações disponibilizam em seu site uma seção de perguntas frequentes ou o famoso FAQ (Frequently Asked Questions). Para compor essa relação de perguntas, é feita uma seleção das questões sobre a organização que geram mais dúvidas.
Quem melhor para compor uma seção de dúvidas do que o próprio cliente?
3. Análise
A partir desse perfil, você poderá identificar os pontos fracos de sua empresa. Por ser um canal mais “espontâneo”, as pessoas fazem perguntas dos mais variados tipos, diferentes daquelas que são enviadas ao Fale Conosco, por exemplo.
Desta forma, podem surgir questões sobre situações que nunca foram avaliadas, ou seja, o Formspring pode ser uma das formas para analisar essas ocorrências e, conseqüentemente, melhorar a comunicação da empresa.
4. Integração
Você pode integrar o Formspring a outras redes como Twitter, Facebook, Tumbrl ou Blogger, pois será mais uma forma de otimizar seu tempo e alimentar esses canais com conteúdo relevante.
5. Economia
A criação de um perfil no Formspring não demanda tempo e muito menos custo, a inscrição é gratuita e qualquer um pode realizá-la.
Atenção!
Assim como qualquer rede social, não crie um perfil fantasma, é necessário fazer a manutenção deste canal, e lembre-se que na Internet tudo é muito dinâmico. Não adianta criar a página e demorar um mês para responder as perguntas!
Marcador(es): Mídia
O marketing B2B muitas vezes é rotulado como o “indefinível” – ou pior, como "o irmão chato" do glamuroso marketing B2C. Mas agora o B2B está em ascensão. Como um grupo, estamos abraçando o mundo digital. Mídias sociais integradas, microsites, vídeos e aplicativos de web móveis representam atualmente uma grande parcela das ações de marketing (é claro que devemos ser fieis à nossa natureza e sempre considerar, cuidadosamente, se o investimento realmente vale a pena).
Porém, ainda assim, parece que travamos uma batalha para encontrar uma boa e precisa definição sobre o nosso trabalho.
Uma discussão muito interessante surgiu no grupo B2B Marketing do LinkedIn sobre a definição de marketing B2B em 140 caracteres (o espaço de um tweet).
Algumas ótimas respostas vierem desta discussão, o que fez com que eu me perguntasse “Como definir marketing B2B em apenas 140 caracteres?”. Parte do apelo do Twitter é criar uma mensagem concisa, acredito que este também seja parte do objetivo de um profissional de Marketing.
Veja abaixo algumas frases que podem definir o marketing B2B:
"O marketing B2B é identificar as relações e negócios-chave e, em seguida, entregar um conteúdo atraente que aumenta o valor e a experiência dos envolvidos"
"Este é o marketing que gira em torno da construção de relações comerciais duradouras, encontrando valor mútuo para todas as partes. Além disso, pode ser mais criativo do que você pensa!”
Marcador(es): Mídia
As chances de se cometer o mesmo erro duas vezes não é muito grande, portanto, errar nem sempre é algo negativo. Porém, não é preciso que você mesmo cometa os seus próprios erros para saber o que trará resultados negativos ou positivos para a empresa em que trabalha. É possível aprender com os erros dos outros.
As mídias sociais têm apontado grandes erros de empresas, e quando os escorregões vêm de marcas renomadas acabam tornando-se bons exemplos do que as empresas precisam aprender. Veja abaixo a lista de “acidentes” sofridos por importantes companhias nas mídias sociais. E lembre-se: nem todas as empresas que erram merecem censura. Afinal, só erra quem faz.
1. Falta de conteúdo
A Internet é uma teia crescente e gigantesca de informações, e se você não estiver fazendo parte deste universo regularmente, então está perdendo a oportunidades de fazer contato com pessoas interessadas em seus produtos e serviços. É importante disponibilizar conteúdo atualizado e original em um canal fixo. Sem isso, seus fãs e seguidores podem achar que a empresa desapareceu. O truque é compreender o quanto você deve publicar. Aproveite o tempo para aprender sobre o que seu público quer e então prepare-se para atualizar, compartilhar e envolver.
2. Combinar contas empresariais e contas pessoais
Não é nada profissional associar o seu perfil pessoal a contas corporativas. Mantenha os destaques do seu fim de semana na Costa do Sauípe entre você e seus amigos, não entre você e seus clientes. Se você estiver considerando a mídia social para promover a marca da sua empresa, certifique-se de criar perfis separados em cada plataforma.
3. Pouco ou nenhum acompanhamento
Há algum tempo hackers invadiram o sistema do website de vendas Amazon.com e fizeram com que todos os livros escritos por autores gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros (GLBT) desaparecessem do website. Muitas pessoas ficaram enfurecidas com o ocorrido e levaram para plataformas de mídias sociais como Facebook e Twitter suas frustração e indignações com o desaparecimento dos títulos no Amazon.com, o que incluiu a criação de uma hashtag no Twitter. Como a Amazon não atendeu os usuários rapidamente, acreditava-se que a própria empresa tinha deliberadamente removido materiais GLBT de seu website. Lição aprendida: certifique-se de acompanhar o que está sendo dito sobre sua marca e empresa sempre que possível.
Clique aqui e leia as outras três dicas
_Fonte: Social Media Today e Redação BlogPress!Marcador(es): Mídia
O microblog Twitter será cada vez mais utilizado pelas empresas como forma de aumentar a participação no mercado. Pelo menos é o que defende o vice-presidente de comunicação da empresa, Sean Garrett.
Em entrevista, Garrett ressalta que o Twitter é uma ferramenta poderosa na busca por consumidores e essa aplicação não se resume à interface B2C, mas, inclusive, pode ser utilizada nas relações B2B.
Veja abaixo os trechos retirados da entrevista concedida para a agência IDG News Service. Para ler a entrevista completa clique aqui.
IDG – Profissionais de Marketing estão acordando para o Twitter. Você pode citar alguns casos de uso bem sucedido desta ferramenta?
Garrett – Existem, literalmente, milhares de exemplos do uso bem-sucedido da ferramenta. Uma delas é a empresa aérea norte-americana Jet-Blue. Em meio a um cenário de recessão e de um padrão de relacionamento péssimo entre companhias aéreas e os clientes, o grupo conseguiu fortalecer o relacionamento com os usuários e a sua marca no mercado.
O Twitter teve um papel fundamental nessa história. A Jet-Blue tem mais de 1 milhão de seguidores e usa a plataforma para ouvir melhor os clientes, ao mesmo tempo em que potencializa campanhas tradicionais da marca e habilita os usuários a advogar em favor da empresa. O resultado disso é que a Jet-Blue tornou-se a empresa com maior volume de “moeda corrente social” nos Estados Unidos.
A Dell Outlet é outro bom exemplo de uso do Twitter. A iniciativa tem como intuito oferecer equipamentos recondicionados e o seu papel é vender esse estoque com o máximo de velocidade possível. Eles realizaram campanhas no Twitter, em que distribuíram cupons promocionais na rede social e tiveram muito sucesso.
As mensagens com os cupons da Dell Outlet eram retransmitidas em massa, anunciadas em sites de descontos e ajudaram a introduzir a marca no dia a dia das pessoas. Certamente vários milhões de dólares na conta da Dell são atribuídos à campanha deles no Twitter.
IDG – A maioria das empresas aplica técnicas de marketing em ações B2C. Como você avalia o uso do Twitter em ações B2B?
Garrett – O jornal The New York Times recentemente escreveu sobre o sucesso do Twitter pela empresa de telefonia Avaya. O artigo descreve como a fabricante usa o recurso de feedback dos consumidores. Com base em uma única mensagem, a empresa foi capaz de gerar 250 milhões de dólares em negócios.
Marcador(es): Mídia