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Nestlé foi marca de maior confiança entre os consumidores brasileiros em 2010. O dado é da 9ª Pesquisa Marcas de Confiança, estudo anual realizado pela Revista Seleções em parceria com o Ibope Inteligência. A pesquisa foi feita via web com leitores de todo o Brasil, em uma amostra de 1.500 questionários.
Kibon, Omo, Colgate, Visa, Coca-Cola, Suvinil, Brastemp e Unimed permanecem na primeira colocação em suas categorias com mais de 50% dos votos nos últimos três anos. A Nestlé se mantém soberana como a marca de maior confiança desde que a categoria começou a ser pesquisada, em 2007. Depois de dividir a posição por dois anos consecutivos com a Petrobras, a Natura assume pela primeira vez sozinha o título de empresa mais socialmente responsável do País.
Mais destaques
Fiat, Dove e Bradesco Previdência também conseguiram sair do empate em suas categorias e são vencedoras absolutas este ano. E Del Valle ganha pela primeira vez em Sucos.
As categorias especiais também trouxeram novidades abrindo votação para as Redes Sociais, que aponta o Orkut como vencedor, com 26%, e Twitter e Facebook bem encostados com 23% e 20% respectivamente.
Roberto Justus foi destaque pela segunda vez entre os Publicitários Brasileiros. Millôr Fernandes ganhou como Autor de Livros, com 73%, e Alessandro Carlucci conquistou o bicampeonato na categoria Executivo de Confiança.
Marcador(es): Marca
"Informalmente, quem trabalha com publicidade em sites de relacionamento estima que, para cada
R$ 1 investido em uma campanha nas redes sociais, seriam necessários R$ 13 para produzir um comercial na mídia convencional". -- "Mas o risco é dez vezes maior", lembra Igor Puga, diretor da agência ID/TBWA.
Trecho extraído de reportagem publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 06 de abril de 2010
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“As ações de relacionamento no Marketing B2B proporcionam qualidade na percepção da marca, bem como uma aproximação com os canais de distribuição insuperáveis. É importante notar que as ações de relacionamento devem ser constantes e dentro de um escopo maior, com uma visão de médio e longo prazo acima da visão de curto prazo. Investimentos pequenos e frequentes na direção certa e dentro do planejamento adequado trazem resultados sólidos superiores a investimentos altos e pontuais, mais chamativos porém muitas vezes menos eficazes”.
Fabio Passerini, diretor da Ótima Solução em Marketing
Opinião dos executivos de marketing, segundo pesquisa realizada nos Estados Unidos e na Inglaterra pelo Custom Publishing Council, órgão que reúne as maiores editoras deste segmento:
> 81% acreditam que as revistas corporativas são uma ferramenta vantajosa para a obtenção de clientes
> 87% acreditam que elas ajudam na construção de relacionamentos com clientes
> 90% dos executivos de marketing acreditam nas publicações corporativas como uma ferramenta de marketing eficiente
> 66% dos leitores de revistas customizadas afirmaram que seu respeito pelas empresas patrocinadoras destas publicações aumentou depois que passaram a recebê-las
> 57% dos leitores de publicações corporativas declararam que já adquiriram produtos anunciados ou abordados em revistas desse tipo
Marcador(es): Comunicação • Marca • Mídia
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Nos Estados Unidos, já existem mais de 100 mil publicações customizadas, segundo o Custom Publishing Council, que reúne as maiores editoras do segmento, perfazendo um mercado de US$ 1,5 bilhão. Na Alemanha, o mercado atinge US$ 3,2 bilhões e na Inglaterra a cifra chega a US$ 700 milhões. O Brasil está começando a usar a ferramenta de maneira mais efetiva, mas ainda faltam números sobre a área.
Nos EUA, o Custom Publishing Council estima que as grandes empresas costumam reservar 23% do orçamento de comunicação para as revistas desse tipo e 40% delas terceirizam parte ou todo o processo de elaboração do veículo. Apenas 13% delas têm preço de capa, 11% são reservadas a membros ou sócios de uma instituição e 87% são gratuitas e têm distribuição livre.
Marcador(es): Comunicação • Marca • Mídia
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Em artigo publicado pelo website Webinsider, Mônica Sabino, professora de pós-graduação em Marketing e sócia da consultoria Brandgame, reflete sobre a banalização do termo branding e sobre qual seria a forma correta de utilizá-lo, explicando, afinal, o que é branding.
Segundo a autora: “uma marca ou brand é a percepção dos consumidores sobre um produto, serviço, experiência ou organização. Não o que os profissionais de Marketing pensam que a marca é, mas o que eles, os consumidores acham que ela é”.
Em frase simples, Mônica deixa claro o verdadeiro sentido do termo: “branding é atrair esses consumidores para a sua brand. É o trabalho mais relevante e de maior ROI (Return On Investment) que um profissional de Marketing pode fazer”.
Para ler o artigo na íntegra acesse: http://webinsider.uol.com.br/2008/07/15/mas-o-que-e-branding-afinal/
Marcador(es): Marca
As marcas Microsoft, Rolls-Royce e BlackBerry conquistaram as três primeiras posições do ranking Business Superbrands 2010, de acordo com um levantamento realizado pelo Centro de Análise de Marcas (em inglês TCBA).
O Google, que ficou com a primeira posição em 2009, em 2010 acabou caindo para o 5º lugar, o que abriu espaço para a Microsoft chegar ao topo. O TCBA justifica que o Google não valoriza a importância do desenvolvimento e da manutenção de sua marca.
Esta seleção das principais marcas de negócio foi realizada por um conselho de especialistas e profissionais de 1.700 empresas de todo o Reino Unido, que classificam as business superbrands – em português, supermarcas de negócio – como marcas que possuem a melhor reputação no segmento de mercado em que atuam e oferecem mais vantagens do que a concorrência. Visite o site Superbrand e veja a lista completa deste ano.
Marcador(es): Marca
As histórias sobre o surgimento e o progresso de empresas vêm adquirindo crescente importância na vida corporativa, até mesmo nos mercados B2B. Como conceito, elas já conquistaram um decisivo espaço no debate sobre como as marcas do futuro serão configuradas.
Muitos profissionais de Marketing ainda consideram, no entanto, as histórias como um instrumento de “enrolação” reservado para o departamento de RP e os executivos de publicidade. O insight de que as histórias podem realmente construir um elemento diferenciador, num contexto industrial, ainda prima pela ausência. A empresa que pretender que sua marca seja realmente especial precisa, no entanto, ter uma história, alguma espécie de lenda a respeito de como ela começou e prosperou.
Bons exemplos
No caso da FedEx, essa lenda trata de um estudante jovem e ambicioso que teve a ideia de criar um negócio especializado em encomendas que deveriam ser entregues no dia seguinte, mas que em nada impressionou seu professor da Universidade de Yale. Ele na verdade ganhou nota “C” no trabalho de conclusão de curso no qual esboçou este conceito. Um importante aspecto da história pode ser, portanto, celebrar a trajetória de uma empresa que contenha algo realmente interessante e relevante.
A Hewlett-Packard exalta continuamente o trabalho de seus fundadores Bill Hewlett e Dave Packard, que começaram a desenvolver seus inovadores instrumentos numa pequena garagem. Foi nesta garagem que eles conseguiram se imbuir do espírito de inovação que a HP nunca deixou de proclamar. A comunicação corporativa da companhia usa esta história sobre a garagem para demonstrar que o espírito inovador continua a imperar no âmbito de toda a corporação atual.
Marcador(es): Marca
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É difícil que até mesmo profissionais experientes no terreno do branding B2B estejam capacitados a antecipar as armadilhas existentes neste campo. É, portanto, indispensável que prestem grande atenção às seguintes eventuais armadilhas para garantir que suas iniciativas de branding dêem os resultados esperados:
- Um dos falsos conceitos mais comuns a respeito do branding traduz-se no fato de que as companhias acreditam que são “donas” da marca. Seja qual for a pretensão da empresa e dos executivos a respeito daquilo que sua marca venha a representar, a realidade da marca é sempre definida pela visão do consumidor.
- Há empresas para as quais as marcas são entes autônomos e assumem vida própria. Mas a verdade é que, quando as empresas abandonam seu ativo de marcas de maneira a deteriorar-se, o desempenho geral do empreendimento acaba sofrendo tremendos prejuízos. Nossa recomendação é no sentido de uma gestão proativa, mediante diferenciação da marca ou a pura e simples criação de uma nova identidade de produtos e/ou serviços.
_Fonte: KOTLER, Philip; PFOERTSCH, Waldemar. Gestão de marcas em mercados B2B. Porto Alegre: Bookman, 2008.Marcador(es): Marca
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Segundo Lara Lee, uma das responsáveis da estratégia que criou uma das comunidades de marca mais bem-sucedidas do mundo, a da fabricante de motocicletas norte-americana Harley-Davidson, o ponto mais importante para se criar e manter comunidades de marca saudáveis é compreender que este é um processo que acontece da mesma forma tanto no universo online quanto no mundo real.
“Os passos a serem dados são os mesmos, e os princípios também. A Internet é apenas uma ferramenta que pode ser utilizada”, lembra Lara. “A comunidade que criamos se tornou estratégia central da companhia. Foi assim que a empresa cresceu dez vezes em receita, entre 1986 e 2006.
Ainda na opinião da especialista, para obter sucesso na hora de iniciar uma comunidade de marca os erros mais comuns a serem evitados são:
1 - Fazer apenas um site na Internet com uma página para sugestões de clientes
2 - Deixar o marketing ser o único proprietário da comunidade
3 - Pressupor que os clientes sempre querem conversar com a empresa
4 - Pressupor que os clientes querem conversar uns com os outros
5 - Deixar que a mídia direcione suas estratégias
6 - Tentar obter valor da comunidade sem entregar valor aos seus membros