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Com o recente boom da construção civil – impulsionado pelo programa Minha Casa, Minha Vida –, as empresas deste setor passaram a se interessar por novas linhas de crédito. A Tigre foi a primeira do segmento a procurar o BNDES no ano passado para implementar um cartão de financiamento nas revendas. A empresa cadastrou cerca de 300 produtos no site do banco e permitiu que mais de mil pontos de venda comprassem material de construção em até 48 vezes, com juros baixos. A Tigre conseguiu movimentar R$ 120 milhões em 2009 com o cartão.
“Essas empresas continuam procurando nossa linha de financiamento”, disse o gerente de operações do Cartão BNDES, Roberto Albano. Ele acredita que, até o fim do ano, sejam liberados R$ 4 bilhões em limite de crédito por meio do cartão. O BNDES opera esta linha de financiamento em cinco bancos, que podem conceder até R$ 1 milhão para cada pequena empresa.
Marcador(es): Industrial • Negócios
O dado oficial só será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia oito de junho, mas, levando-se em conta as projeções do mercado financeiro, já é possível cravar que o Brasil será um dos líderes em expansão no período.
O Itaú Unibanco, por exemplo, estima uma alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 3% nos três primeiros meses do ano, na comparação com o quarto trimestre do ano passado. É uma das projeções mais elevadas de todo o mercado. Em um cálculo anual – ou seja, assumindo que o ritmo se manteria pelo resto do ano –, seria o equivalente a crescer 12,6% em 2010.
Para se ter ideia, a China se expandiu a um ritmo anual de 11,2% entre janeiro e março. O líder do ranking deve ser a Índia, que avançou a uma taxa anual de 13,4%. Os Estados Unidos, que ainda lutam para se recuperar da forte crise que atingiu o país em 2008, cresceram 3%.
O economista-chefe do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn, observa que há risco de a expansão brasileira no trimestre ser ainda mais forte. O departamento econômico da instituição calcula a alta do PIB mensalmente. Considerando os resultados de janeiro, fevereiro e março nesse levantamento, o crescimento no trimestre seria de 3,6%.
Marcador(es): Negócios
A direção da ArcelorMittal confirmou a decisão de investir na duplicação da usina de aços longos de João Monlevade, no Quadrilátero Ferrífero, em Minas Gerais. O grupo siderúrgico fará um aporte de US$ 1,2 bilhão para elevar a produção de aço bruto de 1,2 milhão para 2,4 milhões de toneladas por ano.
Segundo a direção da empresa, o momento é de aquecimento do consumo de aços longos, com sinais claros de crescimento sustentável. A companhia aposta no aumento da demanda por fio-máquina, impulsionado sobretudo pela indústria automobilística.
A empresa ainda informou que estuda a possibilidade de investir em outra planta mineira, a de Juiz de Fora, que poderá ter capacidade ampliada de 1 milhão para 1,2 milhão de toneladas por ano. Em Juiz de Fora, a produção é de vergalhões, utilizados na construção civil.
Marcador(es): Negócios
O portal Ibramerc alerta: empresas podem estar perdendo oportunidades de negócio por desconhecer o potencial do trabalho que existe quando as áreas de Marketing e Comercial estão em sintonia. Carlos Alberto Masili, diretor Comercial da Day Brasil, resume a sua expectativa quanto ao Marketing em uma palavra curta: apoio. “Eu diria que a área de Marketing é fundamental para suportar a atividade comercial. De que maneira? Vislumbrando oportunidades no mercado”, destaca.
Desta forma, a área de Marketing pode, e deve, ser a realizadora da inteligência de mercado para as vendas. “O papel do marketing deve ser estudar melhor o grupo de clientes da empresa e realizar agrupamentos do que cada cliente tem em comum para que assim a companhia possa atender as necessidades individuais”, conta Valêncio Garcia, diretor Comercial da Neogrid.
Mais reconhecimento
O problema é que esta prática ainda não é adotada por grande parte das empresas. De acordo com Masili, o departamento de Marketing continua desenvolvendo ações operacionais, deixando de ser visto como deveria. “Muitas empresas ainda estão lidando com o marketing como uma área de eventos, responsável pela identificação de melhores mídias, das melhores feiras e pela organização da própria feira, esquecendo de olhar o marketing como uma atividade nobre”, salienta.
Trabalhando juntas, as duas áreas podem trazer uma série de vantagens para a empresa, como atingir diretamente o seu cliente alvo – promovendo ações de venda com mais qualidade e sob medida – e colaborar com a redução do ciclo de vendas, mesmo com a crescente competitividade do mercado.
Marcador(es): Comunicação • Negócios
Em qualquer setor, o pós-venda é um dos principais serviços de fidelização de clientes. Assim, esta prática necessita de cuidados especiais já que, quando acionados, podem aproximar o cliente da empresa, mas também destruir a imagem corporativa e tornar um cliente em inimigo número um de seus serviços.
Entregar o serviço contratado é o mote destas empresas quando o assunto é o pós-venda. Desta forma, a prática se transforma no serviço prestado na hora que o cliente mais precisa. Experiências positivas nestas horas podem determinar a renovação de um contrato, a indicação para um amigo e a confiança do consumidor.
Personalizando confiança
O pós-venda é uma das principais ferramentas do marketing para transmitir confiança ao cliente, principalmente levando em consideração a situação dele na hora da contratação do serviço. Não são poucas as companhias que oferecem pós-venda. Neste caso, o serviço pode ser considerado commodity, o que requer boa dose de criatividade para torná-lo diferente.
A realidade de um pós-venda personalizado pode ser diferente para empresas que possuem centenas de clientes em sua carteira. Neste caso, escolher os que precisam ter relação diferenciada é um caminho que pode trazer resultados satisfatórios no pós-venda e investir em tecnologia de ponta gera conforto para estes clientes.
A diferenciação do pós-venda também deve entender e respeitar o perfil do cliente. Além da entrega da promessa básica, colocar-se no lugar dele e praticar empatia, flexibilizando o atendimento, é uma forma de se destacar no mercado.
Marcador(es): Negócios
A Petrobras subiu da 25ª para a 18ª posição no ranking da revista Forbes de maiores empresas do mundo, mantendo-se como a companhia brasileira mais bem colocada na lista. A classificação contabiliza vendas anuais em dólar, lucros, ativos e valor de mercado.
Bradesco (51ª), Banco do Brasil (52ª), Vale (80ª) e Itausa (82ª) são as outras brasileiras que aparecem na lista das 100 maiores empresas.
O banco JPMorgan lidera o ranking atual, desbancando a General Electric, que agora passou para o segundo lugar. Companhias dos Estados Unidos, aliás, ocupam as quatro primeiras posições, com o Bank of America e a gigante do petróleo ExxonMobil.
A China surge em quinto, com o ICBC (Banco Industrial e Comercial da China, na sigla em inglês), o maior banco do país em valor de mercado.
Marcador(es): Negócios
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) lançou no dia 25 de março, em São Paulo, o primeiro indicador Sensor Econômico do ano de 2010. O indicador apresenta as expectativas do setor produtivo nacional, com destaque para o crescimento do PIB, geração de empregos formais e manutenção da estabilidade econômica.
Com metodologia diferenciada da maioria dos indicadores e periodicidade bimestral, o objetivo do Sensor Econômico é obter previsões de boa qualidade realizadas por entidades adequadas ao perfil da pesquisa, convidadas pela presidência do Ipea, como associações, câmaras, sindicatos, federações e confederações que se caracterizam como de indústria, de comércio e serviços, ou de agropecuária.
Resultados da pesquisa
Cada respondente informa suas previsões, em caráter confidencial, respondendo a um questionário idêntico distribuído a todas as entidades do grupo. A pesquisa aborda previsões de oito indicadores relativos ao ano em curso ou ao ano seguinte.
A partir das previsões das entidades participantes, entre os resultados obtidos para 2010 estão o crescimento do PIB em 5,2%, taxa de inflação de 4,7% e taxa de juros Selic em 10,28%. Quanto à taxa de câmbio, a previsão mediana é R$ 1,89 por dólar. A pesquisa também indica que em 2010 deverão ser gerados gerado 1,5 milhão de novos empregos e aponta U$ 170 bilhões em exportações.
Para mais informações sobre o Sensor Econômico acesse http://www.ipea.gov.br
Marcador(es): Negócios
O lançamento de novos produtos, embalagens, extensões de linha, tamanhos, formatos e sabores aumentaram 60% em cinco anos em todo o mundo. Em 2005, foram produzidas 171.283 novas embalagens, 197.513 em 2006 e 242.693 em 2007. Em 2008, porém, houve uma queda no último trimestre do ano por conta da crise global e o número ficou em 232.323. Em contrapartida, 2009 apresentou um crescimento de 18% em comparação a 2008.
Em número de embalagens lançadas, de 2005 a 2009 o Brasil passou do oitavo lugar para a quarta colocação no ranking mundial, ultrapassando China, Alemanha, França e Canadá.
Estes dados foram revelados em um relatório do Laboratório de Monitoramento Global de Embalagem da ESPM, produzido com a ferramenta GNPD - Global New Products Database, que cobre os principais mercados do mundo registrando o lançamento de embalagens em tempo real.
Marcador(es): Negócios
Você sabe qual é o valor do departamento de Inteligência de Mercado para a sua empresa? Sabe se está sendo reconhecido? Qual é a cultura adotada no seu local de trabalho? Sua equipe está atendendo à demanda do departamento? Como os resultados da área têm sido vistos pelo restante da companhia?
Muitos questionamentos são feitos em torno dessas questões. Acredita-se que a área ainda precisa ser consolidada e respeitada pelo mercado, mas como está esse mercado hoje?
Para buscar estas respostas, o Ibramerc está realizando uma pesquisa com diversas empresas de diferentes segmentos para descobrir qual é o índice de maturidade do uso da Inteligência de Mercado em diferentes companhias. Depois de conversar com diversas empresas, foi possível chegar a números que podem ser considerados uma média do posicionamento que as companhias estão adotando.
Para que mais empresas possam verificar como está a situação deste departamento, o Ibramerc disponibilizou em seu site o download da pesquisa para que você também avalie qual é o grau de Inteligência de Mercado de sua empresa, comparando-se às demais participantes da pesquisa. Acesse e confira!
Marcador(es): Negócios
Os primeiros meses do ano registraram um aumento de até 60% no número de contratações de profissionais de Marketing em comparação com 2008. Em um cenário pós-crise e ainda com receio de investir em muitas contratações, as empresas vêm apostando em profissionais multitarefa. As empresas esperam que eles tenham uma visão completa da área para propor as ações necessárias, não deixem escapar pontos importantes e mostrem os resultados que a empresa quer ver.
Menos profissionais, mais funções
O perfil dos candidatos procurados pelas empresas também sofreu modificações. Em um momento de crise, a busca era por profissionais maduros, que mantivessem o foco em controle e análise. Já no atual cenário de retomada do crescimento econômico, a procura é por profissionais mais jovens, com foco em resultados e que se envolvam em um maior número de projetos.
Marcador(es): Negócios